Carnaval…

Sequer valem minhas putrefatas cagadas verborrágicas dantes postuladas, tais quais pústulas mal-cheirosas que contaminam ao léu cotidiano, tomo-me de arrebatamento sincero ao proferir tamanhas banalidades aos crédulos, justo eu, incréu como eu, não mereceria alteios de capataz como me dão, deveria eu ter execrado o palavrear supraposto e permitido que a autofagia predominasse dentre as vertentes derradeiras da administração…
 
Assim sendo, redimo-me das cavilosidades pré-deferidas, e abstenho-me de novas interações inoportunas, tal qual o batracofóbico evita os batráquios…

E assim começou o meu carnaval…

Mas terminou melhor…

Não os mando mais aló, por cá é muito melhor.

Não profiro alocuções destabanadas…

Que abanam ao léu, tal qual véu ao vento…

Sem sentido, sem rumo, sem propósito.

Cabisbaixo, imundo mudo prostro-me, (melhor assim)

Intragável tais quais as africanas cabaceiras-amargosas,

Mas sem produzir porongos, catutos ou cabaças… úteis utensílios…

Mas apenas observo os dedões dos pés… inútil…

Inútil, sim, apenas isso.

Sempre isso!

Melhor apenas isso…

apenas um comentário

  1. Natália on

    Oi, Kenji!

    Lembro-me sim de vc! Da minha tão distante época do space. Poxa, que surpresa vc aparecer pelo meu blog! Não faço idéia de como vc me encontrou rsrsrs.

    Vc continua com seu modo garbosamente crítico de escrever, me lembro bem :)

    Volte quando quiser por minhas bandas, será sempre bem vindo.

    Abraço!


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